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Tarifas

Acordos e tarifas aéreas corporativas: quando negociar vale a pena

Como avaliar volume por rota, negociar acordos com companhias aéreas e medir se o desconto contratado realmente se converteu em economia.

Publicado em 20 de junho de 2026 · Atualizado em 10 de setembro de 2026 · 7 min de leitura

Companhias aéreas concedem acordo em troca de participação garantida em rotas específicas. Por isso, a conversa começa com dado: quantos trechos, em quais rotas, com qual antecedência média e qual a participação atual de cada companhia.

O relatório que abre a negociação

  • Volume por par de cidades nos últimos 12 meses
  • Participação atual por companhia em cada rota
  • Antecedência média e taxa de remarcação
  • Ticket médio comparado à tarifa pública do período

Depois de assinado, medir

Um acordo sem medição é um desconto que ninguém confere. No Banco de Viagens, cada emissão registra a tarifa pública equivalente, o desconto aplicado e a diferença acumulada — o que transforma a renovação anual em uma conversa baseada em evidência.

Perguntas frequentes

A partir de qual volume vale negociar acordo?
Normalmente a partir de volume recorrente e concentrado — algumas dezenas de trechos por mês em poucas rotas valem mais que centenas de trechos pulverizados.
Como saber se o acordo está sendo aplicado?
Comparando, bilhete a bilhete, a tarifa paga com a tarifa pública no momento da compra. A plataforma registra essa diferença automaticamente.
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